Unindo tecnologia, hoje é possível encontrar opções indolores e com um ótimo resultado

Pouco osso para o implante, o que fazer?

A principal limitação para um paciente que irá receber implantes dentários é a pouca quantidade de osso disponível para a instalação dos implantes.

E uma das maneira de se corrigir esse problema era através de extensas cirurgias para transplantes de blocos ósseos, os temidos enxertos,  obtidos  de outras áreas do corpo. Essa opção trazia um intenso desconforto pós-operatório ao paciente.

Com o passar dos anos, por meio da bioengenharia reconstrutiva, materiais seguros, com finalidade de substituição óssea, foram desenvolvidos. O resultado é positivo, pois são utilizados com alta taxa de sucesso.

A utilização destes substitutos minimiza o trauma cirúrgico, pois dispensa a necessidade de se colher osso do próprio paciente (transplante ósseo) e agiliza o procedimento, reduzindo custos e trazendo conforto pós-operatório.

O doutor Carlos Eduardo Francischone Júnior, especialista em implantologia, comenta que essas inovações tem influenciado na auto-estima.

Inovações na odontologia têm proporcionado, cada vez mais, o resgate da auto-estima do ser humano, devolvendo-lhe seu gesto mais belo, o sorriso, e de forma praticamente indolor, rápida e viável economicamente.

E essa é uma das principais premissas da clínica Francischone,  investir em alta tecnologia e tratamento diferenciado a seus pacientes.

implante

Os biomateriais

Esses biomateriais combinam ótimo crescimento ósseo, com conservação do volume, ambos cruciais para a sobrevivência do implante. Eles são capazes de prover o suporte adequado para que o novo tecido ósseo possa se desenvolver  e regenerar-se.

Tais enxertos tanto podem ser feitos em uma cirurgia prévia à implantação, com os implantes sendo colocados após um período de cicatrização, ou até mesmo realizados simultaneamente na própria cirurgia de colocação dos implantes.

O procedimento é feito no próprio consultório com o uso de anestesia local, em apenas meia hora, ao contrário do enxerto convencional que demora mais de duas horas, em média. E o melhor, a alta do paciente acontece algumas horas depois, enquanto que o pós-operatório convencional é mais demorado: de quatro a sete dias.

E tem mais! O bioestimulante serve apenas para ativar a regeneração óssea do próprio paciente. Após curto período, o produto enxertado é totalmente substituído pelo osso da própria pessoa. “A cicatrização é mais rápida, já que o organismo só precisa regenerar a região enxertada”, afirma Francischone Jr.  Financeiramente, também é vantajoso, já que o custo cai pela metade.

 

A clínica certa

Na Clínica Odontológica Dr. Francischone, o biomaterial utilizado como substituto ósseo nos enxertos é de tecnologia suíça e certificado por órgãos internacionais de saúde pública, inclusive pela ANVISA.

Conte com a nossa equipe para cuidarmos da sua saúde bucal!

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